viernes, 13 de abril de 2012
Memorias de família
viernes, 30 de marzo de 2012
Reflexao de um filho...

Meu filho, publicou no facebook e me enviou por e-mail.
A reflexão é bastante pertinente e particularmente me alegra a atitude que estão tomando.
Eu e minha mulher estamos deixando o país.
Um dos motivos é o estranho momento pelo qual estamos passando. A evolução
econômica das últimas décadas tem sido muito boa. Crédito abundante para o consumidor e desespero para alguns empreendedores que não conseguem competir com produtos importados. A tal da desindustrialização. A corrupção e o inchaço do Estado também evoluíram em proporções crescentes. Trabalhadores e operários não tem fôlego para capacitação técnica e educação decente. O governo não consegue atender ao cidadão, delegando a responsabilidade a instituições de ensino privadas. São raras as escolas públicas, principalmente as de formação básica, que atendam à demanda com um serviço digno de respeito. E os custos do estudo privado estão pela hora da morte, brigando pau a pau com as novas demandas da classe média: iogurte, carro e a casa própria, atualmente com preços mais altos do que Miami. Esse puxão econômico movimenta milhões de pessoas para o centro da pirâmide ao mesmo tempo em que marginaliza outros tantos, criando uma falsa sensação de impotência, de carência e desejo pelo consumível, pelos bens dos outros. Onde eu moro a falta de segurança é evidente na altura dos muros das casas, que só vem aumentando década após décadas. Na minha opinião, a última fronteira. O Estado delegou a responsabilidade do convívio pacífico à sociedade civil. Câmeras de segurança, cerca-elétrica e vigilantes 24/7. Cadeados e o velho amigo cão já não são mais suficientes. Falar da saúde é bater em gato morto. Quais de vocês, amigos facebookers™, utilizam o serviço público de saúde? Seja particular ou da firma, um planinho Unimed é sempre bem-vindo. Não! É obrigatório. Como se não bastassem as altas taxas tributárias, empresas são coagidas a assumir mais esse fardo, que é traduzido como se fossem excelentes benefícios para seus funcionários, deixando a arrecadação de impostos à disposição do governo para pintar e bordar a vontade. Não lembramos de raciocinar sobre o significado da palavra “impostos”.
Um capítulo a parte merceria a internet brasilis. Um container de merda. Uma realidade nada virtual. Vídeos gospel, fotos do sol, funk e putaria. Os blogs mais pops são tão geniais quanto. Não discutimos nada com profundidade. Baixamos a cabeça e seguimos em frente. Mas tudo bem, aqui é assim mesmo, não é uma queixa. Temos que trabalhar para pagar as contas da escola, o plano de saúde e a empresa de segurança. Ah, e manter o emprego. Mas dar uma risadinha e ver mulher pelada é saudável. Desopilação funcional.
Escutamos pela Globo que a Europa vive uma crise tremenda.
E, sem dar polimento ao desgastado argumento crise/oportunidade, quero dizer que acredito profundamente que períodos conturbados são ritos de passagem. O funil do trabalho está promovendo uma seleção natural de talentos. Não sei se estou preparado pra isso. Quer dizer, muito mais do que há 11 anos. Mas estou curioso. Instigado pela competição mais dura, menos confortável.
Mas os motivos da mudança não são apenas esses. Em Curitiba o céu de brigadeiro traz tempos de vacas gordas. Hora de “hacer como la hormiga” e capitalizar. Investir. Amplificar os ganhos. Culturais, sem dúvida. Financeiros? Vou lá para descobrir com minhas próprias mãos.
E também sair um pouco do circuito Batel-Champagnat-Mercês. Sair um pouco do circuito.
Colocar o bulbo numa sintonia diferente. Jogar a velharia fora e criar espaço novo nas gavetas.
A partir de hoje, oficialmente desempregado e desconectado.
Mão pra cima e vento na cara. Bilhete da monta-russa carimbado.
jueves, 8 de marzo de 2012
30 anos "de-formado"

Ontem, sete de março, há 30 anos (1982) foi a minha formatura como engenheiro civil.
Éramos jovens engenheiros entrando em um mercado de trabalho bastante obscuro. O Brasil vivia o fim da ditadura militar e o início da transição à democracia, mas ao mesmo tempo uma situação econômica das mais drásticas.
Passado este tempo todo, creio que foi muito positivo todo o aprendizado acadêmico, mas ao mesmo tempo, posso afirmar que a vida em si nos ensina mais sempre que as equações diferenciais e as integrais que a matemática nos faz compreender.
Como profissionais, por este tempo todo, já não temos também mais desejos disso ou daquilo. Fui funcionário público por 10 anos e inconformado com a submissão destes aos políticos eleitos para aceder a cargos maiores me tornei empresário por outros 10 anos e ali vivi o maior calvário com toda a maracutaia inerente a isso (ações trabalhistas, falta de crédito, inflação que desvalorizava os contratos, morosidade dos contratantes frente aos serviços prestados, etc.). Os últimos 10 anos foram de reflexão e trabalho temporário (já na Europa).
Agora, me considero retirado. Só vou dedicar-me a trabalhos pontuais e interessantes. A final a deformação do nosso estado anímico foi tal, que já não temos mesmo nem ânimo, nem o desejo de fazer isso ou aquilo, nem mesmo as pretensões de ganharmos grana com nosso conhecimento.
lunes, 23 de enero de 2012
Ano do Dragão.

Inicia hoje no calendário “chino” o ano do Dragão. O animal mais importante do zodíaco. Prosperidade, fortaleza e tranqüilidade são algumas das características propostas para esse ano. Coincide em algo com o calendário Maia que termina um ciclo em dezembro deste ano – alguns mais apocalípticos dizem tratar-se do fim do mundo.
Este ano, estaremos, portanto fortes, tranqüilos e prósperos. Espero que a energia seja positiva e que possamos “soltar fogo pelas ventas” para que as injustiças sejam minimizadas e os conceitos sociais sejam revalidados assim como os direitos humanos, que cada vez são mais deixados de lado pelo individualismo dos poderosos.
Sejamos, pois Dragões. Fortes e indignados com a situação que nos hão metido os poderosos detentores do capital mundial, cujo único interesse é o pessoal e em específico o de aumentar suas fortunas doa a quem doer. Sejamos, pois Dragões e prosperemos. Sejamos fortes e tranqüilos...
martes, 3 de enero de 2012
El Pueblo y la Casita Bonita

En
En el ano 2011, buscábamos una casita para comprar. Tenia que estar en un lugar precioso. Un pueblo que nosotros gustase y que sobre todo el pueblo gustara de nosotros… Después de una inmensa y nada aburrida procura, en los seis primeros meses del ano pues hemos vistos cosas impresionantes como palacetes del siglo XIV igualmente cotizados como unas ruinas que a algunos les parecía bien llamar a vivienda o casa…
Por fin, el mes de julio, la encontramos y ella a nosotros. “
No es (o bien es) coincidencia. Hubo una agrupación Celta en lo que va de historia del poblado, después han venido los romanos… Talvez las tierras altas – significado de la palabra alcarria – pueda tener alguna connotación con los sajones Celtas, pero indiscutiblemente es un pueblo precioso…
Encuéntrase muy cerca del embalse de Sacedón (Guadalajara) y está a casi
“
martes, 13 de diciembre de 2011
Sócrates “o homem que caiu na terra”…

Ele tinha algumas coisas interessantes para usar como moeda de troca aqui em nosso planeta, para com isso poder empreender um projeto de uma espaçonave adequada para voltar a casa e levar a tão preciosa água aos seus. Patenteou alguns inventos e com os royalties e benefícios econômicos dos mesmos começou seu projeto.
Ocorre, que ao longo da trama, ele se “contamina” por vícios terrestres (bebida, redes de comunicação, etc...) e seu projeto fracassa... Ele vira um alcoólatra e acaba gravando um disco... o triler dá a entender que ele fica por aqui mesmo...
Sócrates Brasileiro, ou algo assim, médico, não sei por que faculdade (penso que
Com a democracia corintiana, liberou geral e começou a consumir álcool e cigarros (até mesmo no vestiário). Teve ainda um irmão boleiro (Raí, “bambi”, garoto bonzinho que foi campeão mundial interclube pelo SPFC...) que contrasta com seu perfil de cachaceiro, maconheiro e fumante entre outras... Gravou um disco (Peguei um ita no norte e fui pro rio morara... Adeus meu pai minha sorte, adeus Belém do Pará...)...
Agora o cara se foi da terra... A cirrose o levou. Alguma semelhança com o Thomas ou apenas mera coincidência? Seria um a continuação do outro???
lunes, 28 de noviembre de 2011
20N – Novo governo em España.
O resultado das eleições gerais, ocorridas há uma semana na España há deixado claro, que o governo socialista encabeçado por José Luiz Rodriguez Zapatero, não foi capaz de ter aprovação popular. O desemprego atingiu os 22% da PEA (mais de 5 milhões de “parados”) e o estancamento do crescimento econômico se faz sentir em toda a cadeia de produção e consumo.
Os “populares”, eleitos com maioria absoluta, terão um enorme peso sobre seus ombros, que será o de ressuscitar o emprego – que, diga-se de passagem, tem uma péssima organização e gestão, desde sua estrutura laboral em si (forma de contrato e custos diretos) como também na qualidade dos recursos humanos, que são uma verdadeira loucura.
O setor que foi motor da economia española por muitos anos, desde o “boom” do final dos anos 80: “A construção civil”, que deu gás ao sistema financeiro e hipotecário e endividou boa parte da população trabalhadora, em mãos de 5 grandes empresas e com uma cadeia infinita de sub-contratados, quando do inicio da “crise”, decidiu que o “1 milhão” de apartamentos que tinham em estoque, seria suficiente para os próximos anos e que não mais iriam construir nada – a não ser obra contratada; e tiraram férias...
Os empregados do setor foram gradativamente perdendo seus postos de trabalho e em seguida por efeito dominó, os demais setores. As hipotecas deixaram de ser pagas e a morosidade deflagrou um grande numero de ações de despejo e uma situação de confrontação entre credores e devedores e as associações de mutuários e vizinhos, com a polícia e a justiça...
Vamos ver o que vai ocorrer em 2012. Se acaso se reaquece a “burbuja inmobiliaria” o desemprego seguramente diminuirá, porém o endividamento da população voltará a crescer através de novas e caras hipotecas. Se isso não ocorrer, dificilmente se restabelecerá os empregos (agricultura extensiva e mecanizada, indústria idem, comércio dependente do setor produtivo – tempos modernos!!!).
Esperar para ver com que armas irá o governo popular, encabeçado por Mariano Rajoy atacar aquilo que em minha modesta opinião já não existe mais: os empregos formais...
domingo, 27 de noviembre de 2011
Deus “Money”…

Indignados, que não tem um objetivo muito claro, nem mesmo são capazes de visualizar como conseguir o que querem, estão mostrando nas ruas de Madrid e do mundo, a falência deste sistema baseado no capital, que transformou o “vil metal” no Deus maior da sociedade.
Hoje, políticos se rendem à economia e aos mercados. Somos incapazes de pensar em diminuir o consumo e modificar nossos hábitos cada vez mais gananciosos. A qualidade mais louvável pela sociedade, de um “humano”, atualmente está no seu saldo bancário e no seu poder econômico.
As nações são injustas e em raros casos não contrastam o que dizem com o que fazem, pois proclamam o direcionamento de suas políticas em busca da paz, da harmonia e da equidade, mas o que fazem é a guerra e políticas de restrições, que só mesmo redundam na maior separação entre ricos e pobres, fortes e fracos...
A guerra é em último caso, causada por fanatismos religiosos e por pseudo-necessidades de conquistas econômicas, nas quais o “ouro negro” é o objetivo principal, para poder seguir crescendo a economia dos países desenvolvidos.
A mim, só resta torcer um pouco aos românticos e aos terroristas, que através de suas ações, dão a conhecer outro foco além da podridão desse sistema que endeusa ao capital e situam sempre a produção e o consumo na mira do crescimento e do bem estar.
Quem sabe possamos ser felizes sem tanta tecnologia e sem tanto o que poder comprar, pois pensemos naqueles que não podem fazê-lo e que por tanto se sentem frustrados e diminuídos, além é claro da insustentabilidade. Assim, nada como diminuir as economias e o setor financeiro do planeta, para que tenhamos um novo paradigma que não seja um Deus Money. Pense!!!
martes, 15 de noviembre de 2011
A república dos bandidos.

Hoje 15 de novembro de 2011, fui surpreendido quando estava vindo à casa de compras no mercado por um telefonema, que vinha da casa da minha mãe (Curitiba-BR). Logo pensei que será, afinal ela tem 90 anos!... era meu filho (32) que me tranqüilizou dizendo que nada, mas que lhe havia ocorrido algo muito “chato”: ontem ao regressarem do litoral (ele e a patroa – 26), depois de haver passado no supermercado, ao chegarem no portão de casa, foram atracados por 3 pivetes que com armas nas mãos os renderam fazendo-os reféns amarrados com os cadarços dos tênis no banheiro, presenciaram a pilhagem dos objetos de valores e pessoais pelos pivetes, que em 10 minuto fizeram a limpa e fugiram no carro deles, que estava em frente ao portão de casa.
Essa é a república dos bandidos... Uma sociedade hipócrita que desde a ditadura Vargas e depois com os militares segue ainda hoje com a “democracia”, sendo reprovada no sentido de justiça. Aliás, pensando bem, e para isso sugiro a leitura de “1808” do paranaense Laurentino Gomes...
De nada adianta crescimento econômico neste cenário que existe no país. Curitiba vem tendo 10 homicídios por final de semana e a hipocrisia das demandas de padrão social, acentuam a cobiça e movem a indústria do roubo que seguramente é usado como moeda de troca por drogas e armas junto aos banqueiros do crime e a coisa cresce...
O filho, já vivenciou fazem 3 anos uma limpa em sua casa. Na ocasião haviam voltado de núpcias e foram a viver na casa nova...Primeiro dia de trabalho e ao voltarem pra casa...nem mesmo as fotos da viagem haviam sido descarregadas da câmara e se também houvesse sido igual daria pois levaram os laptops, os HD’s etc...
Vivo fora do Brasil há mais de 10 anos, na “España” propriamente dito e minha filha também. Ainda tenho o filho e a mãe que vive por aí (Curitiba). Meu conselho para eles, sempre foi e será o mesmo: Venham embora... Aí não é um lugar seguro... Agora sou um pouco mais enfático e digo: Venham embora... Aí é um lugar perigoso - é a 84ª nação do mundo desde a ótica do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) - e essa lacra para mim, já é hoje algo que não consigo mais conviver...
viernes, 4 de noviembre de 2011
Seven Types of Capital City
This relationship transcribed from the original text, is Rio de Janeiro and Brasilia among Brazilian capitals. A good exercise is to classify the others by this criterion.
