martes, 9 de noviembre de 2010

Somos mesmo racionais?


Pergunto isso porque os países mais desenvolvidos estudam equacionar os problemas de suas previdências sociais baseados no aumento da idade de aposentar-se. Os franceses já falam em 67 anos, os alemães cogitam os 70...

De outro lado, reduzem-se vertiginosamente a oferta de empregos de um modo geral – haja vista centrais inteligentes de serviços on-line a informatização dos serviços públicos e outras práticas atuais e o já não tão atual, porém contínuas “demissões” de maiores para contratação de jovens.

Um trabalhador aos 50 anos, quando perde seu emprego terá extremas dificuldades em encontrar outro – essa afirmação é da OMT – assim sendo, existe uma inconsistência intrínseca por parte dos estados em propor o aumento da idade de aposentar.

Esta é apenas mais uma das inconseqüências do capitalismo moderno.

lunes, 1 de noviembre de 2010

¿Um imenso Portugal???


O problema sempre foram os ricos e não os pobres. Basta ver a África e a Suécia. Quem é quem?... Ou se não o Brasil e ao Suíça... isso...falo dos pobres (Suíça e Suécia)...que não tem nada que oferecer... África é riquíssima nestes metais que movem os computadores e os celulares e a Bolívia no tão desejado lítio pelos pobres consumidores.

Assim sempre foi e sempre será mais fácil governar a um país pobre, que tudo se ajusta num consenso de ir meio grau à esquerda ou à direita e um pacinho mais a frente ou à trás. Já um gigante rico como o Brasil, será difícil... Um país milhares de vezes maior e mais rico que a bem localizada e pobre Suiça.


Jamais um tucano yupi que só o que enxerga é wall street será capaz de fazê-lo. Neste sentido acho que vencemos as eleições. O Brasil seguira seu ideal...NAO vamos ser um imenso Portugal!...

sábado, 30 de octubre de 2010

Tokyo-Tower 333


Esta estrutura que lembra a Tour Eiffel, foi finalizada em 1958 e é 3 metros mais alta que essa. Foi concebida inicialmente, como torre de telecomunicações, sendo que hoje está em avançado ritmo a construção da nova torre, pois a primeira, encontra-se já muito encerrada entre outros tantos edifícios de seu entorno que dificulta o envio de sinais em algumas direções.

No alto, existe um mirante, que se pode apreciar várias vistas excepcionais da cidade de Tóquio, inclusive do Monte Fuji, localizado a oeste e a uns 100 kms de distancia, cujo contorno aparece delineado no horizonte.

miércoles, 27 de octubre de 2010

10 dias em Tokyo


Depois de haver visitado templos budistas e xintoístas, monumentos, museus, além de ter passeado pelas principais ruas, avenidas e bairros de Tóquio, graças à companhia de um grande amigo morador de lá há 10 anos e que nos facilitou muito essa fluidez na maior metrópole do mundo, podemos então dizer que a cidade é realmente muito interessante.

Algumas idéias pré-concebidas sobre esse imenso aglomerado urbano foram desmistificadas e evidentemente outras visões tomaram conta de nosso ideário sobre a capital japonesa. As ruas limpas, sem nenhuma sujeirinha sequer, pontos exclusivos e limitadíssimos para fumantes nas avenidas e a enorme quantidade de bicicletas circulando e estacionadas nos edifícios, são indícios de um povo organizado e de preceitos de sustentabilidade ambiental bastante elevados.

A metrópole, segundo consta, tem 140 mil restaurantes e evidentemente a maioria de comida japonesa, onde predominam os pratos a base de massa, arroz e pescados, tudo uma maravilha que pudemos saborear.

A idéia de uma cidade obscura e “apertada” se desfez. Tóquio é uma cidade ampla, arejada, com grandes avenidas arborizadas, o Rio Sumida e seus canais, parques e jardins, templos e claro, grandes edifícios, estruturas de transporte como o Metro, o Shinkansen e as rodovias evidentemente.

Em resumo, ficamos encantados em conhecer a cidade e algo da metrópole (Yokohama), seus hábitos, costumes e tradições...

martes, 19 de octubre de 2010

Edo ou Tóquio?


Já começa pelo fato de Tóquio poder ser Tokyo ou Tokio dependendo de quem escreva. Edo é a Tóquio ainda nao imperial, antes de ser a capital ao leste de Kioto (antiga capital ou grande capital). Assim Kio quer dizer capital e no caso de Tokio é a capital ao leste, que quando terminou o "shogunato" e o imperador retomou o poder, foi estabelecida em Edo - a vila primitiva.


Estamos encantdos com a cidade. A idéia inicialmente que se tem é de uma cidade onde tudo é super-adensado e caótica...mas nao é bem assim. Se percebe uma cidade muito humanizada, que mesmo sendo a maior metrópole do mundo pode ser mais afável que muitas cidades de menor porte. Surpresa favorável e que nos está causando um gosto muito grande pelos passeios tokiotas.




viernes, 8 de octubre de 2010

70 anos de John Lennon


Isso mesmo, hoje o autor de "imagine" entre tantas outras belas cançoes, etaria fazendo 70 anos, nao fosse a a loucura e a psicose: "Na noite de 8 de dezembro de 1980, quando voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, no edifício Dakota, em frente ao Central Park, John foi abordado por um rapaz que durante o dia havia lhe pedido um autógrafo em um LP Double Fantasy em frente ao Dakota. O rapaz era Mark David Chapman, um fã dos Beatles e de John, que acabou disparando 5 tiros com revólver calibre 38, os quais 4 acertaram em John Lennon".


Ficam as boas lembranças e quem sabe o perdao. Lutou contra as atrocidades políticas da era Nixon e foi sempre perseguido pelos yankees por isso... Estive em Liverpool e já na chegada uma emoçao o aeroporto chama-se John Lennon. Tomei o ônibus Penny Lane e fui aos campos de morangos.


Parabéns campeao! Feliz aniversário!...

jueves, 7 de octubre de 2010

Segundo Turno: Cuidado!


Agora além de comer criancinhas, a Dilma come fetos… é isso mesmo... Os “democratas” mais os tucanos temendo a eleição da candidata guerrilheira, agora estão usando a igreja (ser laica) e o aborto (favorável), como os novos paradigmas para não votar na candidata do Lula.

O Lula está longe de ser uma recomendação como um bom presidente, mas nestes 52 anos vividos, sem dúvida alguma foi o melhor que tivemos. Nao devemos jamais nem sequer pensar em voltar ao neoliberalismo fisiológico e tupiniquim é uma tremenda burrice.

Vejam os dados abaixo passados pelo jornal "The economist": A diferença é muito grande... É bom lembrar.


The Economist publicou!

Situação do Brasil antes e depois:


Itens Nos tempos de FHC Nos tempos de LULA
Risco Brasil 2.700 pontos
200 pontos
Salário Mínimo 78 dólares
210 dólares
Dólar Rs$ 3,00
Rs$ 1,78
Dívida FMI Não mexeu
Pagou
Indústria naval Não mexeu
Reconstruiu
Univers. Fed. Novas Nenhuma 10
Extens. Univers. Nenhuma
45
Escolas Técnicas Nenhuma 214
Val. Res. Tesouro (-)185 US$Bilhões (+)160 US$Bilhões
Créditos/PIB 14% 34%
Estradas de Ferro Nenhuma 3 em andamento
Rodovias 90% danificadas 70% recuperadas
Ind. Automobilística Em baixa, 20% Em alta, 30%
Taxas SELIC 27%
11%
Mobilidade Social (-)2 mi de pobres (-)23 mi de pobres
Empregos 780 mil 11 milhões
Invest. infraestrutura Nenhum
R$ 504 Bi previstos até 2010
Mercado Brasil sem crédito investment grade

martes, 5 de octubre de 2010

Tiririca, Beto Richa...e... Serra???


O Circo está sendo armado. Senhoras e senhores venham para o maior espetáculo da terra...

Já elegemos com 1,35 milhoes de votos ao analfabeto Tiririca e com uma boa vantagem sobre o despota dos irmaos Dias ao proselitista "Piá de Prédio" do Betinho Richa...


Em nenhum desses dois babacas eu jamais votaria. Os ignorantes e menos afortunados, bem como a Tra-Fa-Cu, deveríam ter mais dignidade e nao serem tao ingênuos também.

Agora ver se por acaso, nao elegem ao Serra e daí sim teremos palhaço, engolidor de espadas e mestre de cerimonias: Um circo perfeito...Respeitável público!

martes, 28 de septiembre de 2010

Cidades, pedestres e transporte público



Parte da palestra realizada no SEMINÁRIO INTERNACIONAL "EXPERIÊNCIAS DE AGENDAS 21: OS DESAFIOS DO NOSSO TEMPO" – PONTA GROSSA, 27, 28 E 29 DE NOVEMBRO DE 2009 - MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS NA ESPANHA: -
CATÁLOGO DE BOAS PRÁTICAS DO CEDEX.




Parece-nos necessário o reconhecimento, que a mobilidade é um dos principais focos dos problemas ambientais das cidades (perda dos espaços livres ao se converterem em estacionamentos, contaminação atmosférica, ruído, tensão urbana, etc.). Os planos urbanos deverão passar por restabelecer o equilíbrio entre os distintos meios de transporte, favorecendo o público frente ao privado e – sobretudo – reduzir na medida do possível o nível e as repercussões do uso do automóvel no interior das cidades.

Os pedestres devem ser reconhecidos em programas, planos e estratégias como os principais usuários das vias das cidades. Sem eles se perde o verdadeiro valor cenográfico da cidade e em conseqüência, a própria imagem da mesma. As políticas públicas devem consistir, mais que na criação de “reservas protegidas” (calçadões), na eliminação da grande quantidade de obstáculos surgidos pela própria ordenação do tráfego motorizado e na melhoria da qualidade das calçadas, compatível com a necessidade do deslocamento acessível a todos. Neste sentido e assumindo que a bicicleta é o veículo ecologicamente correto, deve-se ter em conta a incorporação prévia, deste modo de transporte nas estratégias globais de mobilidade.

Uma planificação urgente e a nível regional e local, para o transporte público, a fim de frear a queda de seu uso, verificado nos últimos anos. Reconhecemos que o aumento da eficácia dos transportes públicos reduziria o uso do transporte privado. Indiscutivelmente, um plano de melhoria da qualidade do transporte público nas cidades, implicaria em um alto custo econômico, que sem dúvida, em médio prazo redundará em benefícios para a cidade. Somos conscientes, que algumas medidas necessárias e eficazes em curto prazo, implicariam em decisões difíceis e impopulares, arriscadas para o poder público que por vezes não quer se expor, mas que por outro lado, não se pode mais prorrogar, caso contrário seguiremos aumentando a congestão, a contaminação e o uso do veículo privado.

lunes, 27 de septiembre de 2010

Duas estaçoes…


Em Madrid, ao contrário de outras cidades e regiões do planeta, não temos as quatro estações do ano, que tão graciosamente Vivaldi retratou em sua composição com o mesmo título e que em sua melodia, podemos realmente sentir as flores e os pássaros da primavera e o colorido cálido da época do outono, além do rigor de um inverno frio e do calor pujante do verão.

Em Madrid, praticamente temos apenas o verão – quente sufocante, que nos toma o sono e nos plasma ao diário com suas tórridas e quase imutáveis temperaturas acima dos quarenta graus, nos meses de maio, junho, julho e agosto – e bem logo já no fim de setembro e até março o inverno, que vai dia após dia aumentando a intensidade e chegando às noites congeladas de janeiro e às nevadas de fevereiro.

Sobra, portanto abril e setembro que nada mais são na prática que meses de transição entre uma e outra estação. Mais de duas e aí 300 são as estações do Metrô...